
O Consórcio Rota Mogiana, encabeçado pelo grupo Azevedo e Travassos, foi definido como vencedor do leilão de concessão do lote rodoviário Rota Mogiana, realizado nesta sexta-feira (27), na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), ao apresentar a maior proposta de outorga fixa ao Estado, no valor de R$ 1,08 bilhão.
O pacote inclui importantes corredores que cortam cidades da Baixa Mogiana, como as rodovias SP-340 e SP-342, utilizadas diariamente por milhares de motoristas da região.
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A proposta vencedora teve ágio de 187% em relação ao valor mínimo estipulado no edital, superando as ofertas apresentadas pela MC Brazil Concessões Rodoviárias (R$ 1,01 bilhão), EPR Participações (R$ 560 milhões) e Motiva Infraestrutura de Mobilidade (R$ 180,2 milhões).
A nova concessionária será responsável pela operação, manutenção e ampliação de cerca de 520 quilômetros de rodovias estaduais pelos próximos 30 anos, com início da concessão previsto para julho de 2026.
O contrato prevê investimentos estimados em R$ 9,4 bilhões ao longo do período de concessão que é de 30 anos.
Entre as ações planejadas, estão as duplicações de mais de 217 quilômetros em rodovias estratégicas, a exemplo da SP-350, entre Casa Branca e São José do Rio Pardo, a SP-344, entre São João da Boa Vista e Vargem Grande do Sul, as SP-333 e SP-338, ligando Mococa a Cajuru, a SP-340, ligando Mococa à divisa com o Estado de Minas Gerais, além da SP 107, entre Santo Antônio de Posse e Artur Nogueira.
Também estão previstos 86 quilômetros de novas vias marginais e 138 quilômetros de faixas adicionais, beneficiando malhas importantes como a SP-340, no trecho entre Campinas e Mogi Guaçu. Em Águas da Prata, o plano prevê a duplicação até a divisa com Minas Gerais e a construção de um novo contorno viário no perímetro urbano da SP-342, que vai retirar o tráfego pesado do centro urbano e resolver uma demanda histórica da população.























