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Os badalados Bruno Henrique e Giordan de Arrascaeta alcançaram a marca de 3 títulos da Libertadores, a condição de tricampeões os colocam em seleto grupo em que um jogador guaçuano está presente desde 1998.

Nos anos 90 um guaçuano brilhava nos gramados brasileiros, tido como um lateral defensivo mas com grande força física, fez até mesmo com que o jogador Cafú trocasse de posição, avançando para a meia direita.

Em 1993, o lateral Claudemir Vítor, ou simplesmente Vitor, marcou um dos gols da final da Liberta daquele ano, na goleada por 5×1 sobre o Universidad Católica do Chile, levando o tricolor para a segunda conquista consecutiva da América, com a tutela do mestre Telê Santana.

Durante a passagem pelo São Paulo, o campeão do mundo chegou a ser emprestado ao Real Madrid, mas logo retornou após poucas oportunidades no clube merengue.

Após a ótima passagem, ele foi levantar títulos pelo rival, no Corinthians ele foi campeão Paulista e da Copa do Brasil, e depois cravou mais dois títulos continentais pelo Cruzeiro em 97, onde ganhou outra Copa do Brasil, e pelo Vasco em 98.

Diferente da nova gama de atletas tricampeões, Vitor ganhou dois mundiais, ambos pelo São Paulo, além de ser vice pelo Vasco contra o ex-clube, Real Madrid.

No final da carreira Vítor ainda teve uma passagem pela Turquia, por times menores do Brasil, como a Inter de Limeira, Mogi Mirim e encerrou a carreira do Guaçuano, fazendo sua despedida dos gramados jogando a última temporada de sua carreira em 2010.

Ao todo foram 15 títulos, e quase 400 jogos, que garantiram ao lateral está na história dos principais títulos dos anos 90 do futebol brasileiro, chegando a ser convocado para Seleção Brasileira.

 

– SOBRE O AUTOR
Igor Rodrigues é guaçuano, atua como publicitário, é professor, escritor e presidiu o Conselho Municipal de Política Cultural de Mogi Guaçu. Vive o cotidiano guaçuano desde o nascimento, é um curioso e entusiasta da história municipal.