A Polícia Federal desencadeou nesta terça-feira (18) a sexta fase da Operação Mão Protetora, ação voltada ao enfrentamento de crimes de exploração sexual infantojuvenil.
Entre os quatro mandados de busca e apreensão expedidos pelas 1ª e 9ª Varas Federais de Campinas, alguns foram cumpridos em Mogi Guaçu, onde um homem de 53 anos acabou sendo detido. Os endereços alvo na cidade não foram divulgados.
Durante as investigações, foi identificado que o acusado de Mogi Guaçu teria promovido o compartilhamento de conteúdo de exploração sexual infantojuvenil.
Segundo a PF, a etapa atual reúne quatro procedimentos investigativos distintos, todos relacionados ao compartilhamento de arquivos ilícitos, possível produção de material envolvendo crianças e adolescentes e participação de investigados em grupos virtuais voltados a práticas abusivas.
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Em Mogi Guaçu, além da prisão de um acusado, também houve apreensão de computadores, celulares e mídias. Todo o material recolhido seguirá para perícia especializada, que buscará identificar envolvidos, reconstruir fluxos digitais e delimitar responsabilidades penais.
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Endereços de Campinas e Mogi Mirim, onde uma segunda prisão foi realizada, também foram alvo da operação e tiveram materiais sendo apreendidos.
As linhas de investigação desta fase têm origem em ações de inteligência com uso de ferramentas analíticas e recursos de inteligência artificial; em denúncia recebida pelo sistema ComunicaPF; em indícios de produção de conteúdo de exploração sexual infantil; e no monitoramento de conversas e grupos on-line onde arquivos com material de abuso eram supostamente disponibilizados.
A Operação Mão Protetora integra o conjunto de ações permanentes da PF para proteção da infância e repressão a crimes cibernéticos, envolvendo setores de investigação, inteligência e perícia. A corporação reforça ainda a orientação para que pais e responsáveis monitorem o uso da internet por crianças e adolescentes, estimulando práticas seguras e conscientização sobre riscos no ambiente virtual.