
O Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu) protocolou na tarde desta sexta-feira (12) o ofício comunicando à Prefeitura a decisão da categoria de entrar em estado de greve.
O documento tem como base a decisão tomada por unanimidade entre os servidores presentes na assembleia realizada nesta quinta-feira (11).
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A mobilização dos servidores ocorre em razão do descumprimento da promessa inicial de implantação do cartão alimentação, anunciado pela administração municipal mas que acabou não foi cumprido sob a alegação de dificuldades financeiras do município.
Durante a assembleia, o presidente do Sindiçu, Miro Sutério, apresentou um panorama da situação e reforçou que, diante do impasse, a categoria optou pelo estado de greve, que na prática não suspende as atividades, mas permite a deflagração de uma paralisação a qualquer momento, caso a promessa não seja atendida.
Pelo definido inicialmente, o estado de greve segue até o fim da primeira quinzena de dezembro, quando, de acordo com as conversas realizadas ao longo das últimas semanas, o benefício passará a ser pago.
Além da condição, o setor jurídico da entidade prepara o protocolo de uma ação judicial para impor a administração a efetuar o pagamento, com pedido de tutela, para buscar judicialmente a garantia do benefício aos cerca de 4 mil servidores municipais.
Nas últimas semanas, o sindicato já havia realizado protestos e buscado diálogo com vereadores e com o prefeito Rodrigo Falsetti.
Pelo novo prazo pontuado, até o fim da primeira quinzena de dezembro o pagamento do cartão no valor de R$ 300 passará a ser realizado ao funcionalismo guaçuano.























