Segundo dados da Jucesp, o município teve 446 novas empresas abertas entre janeiro e junho deste ano - Foto: Divulgação
publicidade

O ambiente de negócios segue aquecido em Mogi Guaçu. No primeiro semestre de 2025, o município registrou 446 novas empresas, crescimento de 12,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 395 constituições.

Embora dados sejam positivos, o avanço ficou abaixo da média estadual, que foi de 15,5% no mesmo período, segundo números divulgados pela Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo).

Acompanhe o Guaçu Agora nas redes sociais: curta a página no Facebook e siga o perfil no Instagram

Das quatro cidades da Baixa Mogiana, Mogi Guaçu obteve o terceiro melhor desempenho da região em volume total de aberturas.

Mogi Mirim cresceu 19,8%, subindo de 272 para 326 empresas. Itapira teve alta de 15% (de 160 para 184), e Estiva Gerbi apresentou recuo de 34,6%, com 17 registros em 2025 frente a 26 no ano anterior.

No estado de São Paulo, foram abertas 201.546 novas empresas entre janeiro e junho, frente às 174.501 do primeiro semestre de 2024.

A região administrativa de Campinas, que abrange Mogi Guaçu, também se destacou: 26.639 aberturas, um crescimento de 22,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

“O estado de São Paulo tem vocação e potenciais gigantes para gerar novas empresas. Estamos desburocratizando cada vez mais o processo de abertura para que os empreendedores possam crescer e contribuir na geração de renda e emprego, movimentando nossa economia”, afirmou o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima.

A tendência de crescimento também se reflete no saldo líquido (diferença entre aberturas e baixas), que atingiu 123.934 novas empresas em operação no primeiro semestre em todo o estado — um salto de 22,1% sobre o mesmo intervalo de 2024.

Para o presidente da Jucesp, Marcio Massao Shimomoto, o momento é de consolidação de um ambiente propício ao empreendedorismo.

“Nosso compromisso é continuar modernizando e facilitando o processo de formalização para que cada vez mais empreendedores possam tirar suas ideias do papel com segurança e agilidade”, destacou Shomomoto