Os débitos acumulados comprometem obras e investimentos estruturais do município - Foto: Divulgação
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Com um montante de R$ 32 milhões em dívidas acumuladas, o SAMAE (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto) de Mogi Guaçu acende o alerta sobre os impactos da inadimplência para a saúde financeira da autarquia.

O valor corresponde a contas residenciais, comerciais e industriais não quitadas desde 2019, período que marca o início da pandemia da Covid-19.

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Segundo a autarquia, a situação tem prejudicado diretamente o andamento de projetos essenciais para o abastecimento e o saneamento básico da cidade.

Entre os investimentos que estão em risco, somando cerca de R$ 360 milhões, estão a construção de novos reservatórios, a ampliação da ETA (Estação de Tratamento de Água) e da ETA (Estação de Tratamento de Esgoto), além da implantação de uma nova adutora.

Diante do cenário, a autarquia reforça que segue disponível a opção de parcelamento das dívidas em até 60 vezes, como forma de facilitar a regularização para os consumidores em atraso.

Para imóveis residenciais, o valor mínimo da parcela é de R$ 110. Já em casos de corte no fornecimento de água, o parcelamento só será concedido mediante o pagamento das três contas que motivaram o desligamento. Para quem possui carnês vencidos, é necessário quitar 50% do débito total antes de renegociar o restante.

O superintendente do SAMAE, Mário Antônio Zaia, destaca que manter as contas em dia é um ato de responsabilidade coletiva.

“A inadimplência compromete diretamente nossa capacidade de investimento e de operação. Cada cidadão que regulariza sua situação contribui para um sistema mais eficiente e justo”, pontuou.

O atendimento para solicitação de parcelamentos é feito exclusivamente na Central de Atendimento da autarquia, localizada na Rua Paula Bueno, 240, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h00.