Unidade tem sido alvo frequente de invasões, vandalismo e furtos - Foto: Divulgação
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A diretoria do PAS (Programa Adolescente Sim!) teve de arcar com uma despesa inesperada para assegurar a retomada das atividades em sua unidade 2, localizada no Jardim Ypê III, depois que o imóvel foi invadido e teve praticamente toda sua fiação furtada ao longo do último final de semana.

O episódio foi o mais recente de uma série de outros semelhantes que vêm se repetindo no local, quase sempre aos finais de semana, com pessoas invadindo o espaço dedicado ao atendimento de aproximadamente 150 crianças e jovens e promovendo pequenos furtos e vandalismos.

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Desta vez, além da fiação que precisou ser reposta emergencialmente, os marginais também danificaram a caixa de entrada de água, que também já foi reparada.

Segundo os dirigentes, entre o material que precisou ser reposto e a mão de obra contratada para refazer toda a rede elétrica danificada, as despesas giram em torno de R$ 6 mil.

“Por conta desse sinistro, estamos tendo que remanejar verbas para poder repor a energia elétrica e continuar o trabalho. A estimativa até agora é de quase R$ 6 mil que poderiam ser usados em prol de tanta coisa para o bem-estar das crianças”, afirmou a presidente Alice Cirilo.

O prejuízo com a ação criminosa só não foi maior porque os dirigentes da entidade foram informados do ocorrido e se deslocaram até o prédio na Rua Paulo Frontin para retirar os mantimentos que estavam armazenados nos freezers e geladeira.

Os danos causados no local não são novidade. “Sobre os problemas que enfrentamos, posso dizer que desde que começamos o trabalho social naquele local, vivenciamos alguns furtos de torneira, cadeira, ou algum vandalismo quebrando cadeados ou os portões recentemente, porém ultimamente vem se acentuando com cortes no alambrado constantemente, quebra de cadeados, vidros e agora o furto de toda nossa fiação elétrica”, acrescentou Alice.

Sobre o registro de Boletim de Ocorrência, a presidente disse que em razão dos frequentes vandalismos e pequenos furtos, eles não foram registrados.

Já em relação a medidas para reforçar a segurança na unidade, uma alternativa cogitada é a instalação de câmeras. “A ONG não tem possibilidade de arcar com empresa de segurança. Mas estamos vendo uma possibilidade de colocar câmeras. O local é aberto e alarme sonoro não se enquadra”, explicou a dirigente.