
Legalmente o Atlético Guaçuano possui direito a um pequeno percentual na transação do volante Diego Pituca com o Kashima Antlers (Japão). Segundo o próprio clube, dos cerca de R$ 8 milhões da negociação entre Santos e o clube japonês, o Mandi teria direito a uma quantia que varia entre R$ 38 mil e R$ 90 mil, em razão da quota de participação solidária na formação do atleta que vestiu a camisa do alviverde entre os anos de 2012 e 2013, dos 19 aos 21 anos.
Os detalhes do caso que poderá ajudar a atual diretoria recolocar o clube no cenário do futebol profissional foram divulgados através de uma postagem feita pelos dirigentes nas redes sociais do Guaçuano.
Na publicação o Mandi salienta que já iniciou conversas com alguns escritórios de advocacia especializados em direito esportivo e tem em mãos a documentação necessária para comprovar o vincula nas duas temporadas.
A única questão agora fica por conta do saldo das pendências financeiras que o clube possui junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Sem pagar a taxa de recadastramento anual que todos os clubes profissionais têm de recolher junto à entidade máxima do futebol brasileiro desde 2015, o Guaçuano precisa saldar o débito para que cumpra todas as exigências legais para pleitear sua participação solitária no negócio envolvendo Pituca.
Na nota, o clube afirma que já está buscando meios para regularizar sua situação. “A atual Diretoria do Guaçuano já iniciou uma negociação junto a CBF para resolver ou renegociar esta dívida o quanto antes, para sequência no processo de cobrança junto ao clube japonês”, frisou o clube.
A pendência com a entidade nacional é a única que o Mandi ainda possui junto àquelas que comandam o futebol. Isso por que nas últimas semanas os atuais dirigentes divulgaram que a equipe zerou seus débitos com a FPF (Federação Paulista de Futebol).
Os R$ 25 mil de taxas e multas existentes, mais a anuidade de 2020 e 2020, foram pagos em janeiro. A medida garante a regularidade do Mandi com a Federação e o deixa apenas na dependência da regularização do Estádio Alexandre Augusto Camacho (Camachão) para que o sinal verde ao retorno do clube nas competições oficiais do futebol paulista.























